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Chapter 14: How Candide and Cacambo were received by the Jesuits of Paraguay. Classic Literature VideoBook with synchronized text, interactive transcript, and closed captions in multiple languages. Audio courtesy of Librivox. Read by Ted Delorme.
Playlist for Candide by Voltaire:http://www.youtube.com/playlist?list=PLCF06D5C82ABC1431
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Momento de Reflexão
A Leitura Meditada
Caros Irmãos e Irmãs:
Se calhar, uma das faltas que sentimos necessidade de confessar frequentemente é a de nos distrairmos na oração.
Talvez seja porque o nosso esforço de vencer as distracções é muito fraco.
Esforcemo-nos e saborearemos a doçura da oração.
Ó Senhor, ensinai-me a procurar-Vos, mesmo quando tenho o coração árido e o espírito distraído.
1- A oração vocal bem feita é o modo mais simples de nos entretermos com Deus.
Mas, ao progredir na vida espiritual,
é lógico que a alma sinta necessidade de uma oração interior, mais íntima,
orientando-se assim, espontaneamente, para a oração mental.
Se se apodera dela o atractivo divino, infundindo-lhe uma certa devoção sensível,
a alma não tem dificuldade nenhuma em se recolher em Deus e este exercício torna-se-lhe fácil e suave.
Mas sucede-lhe exactamente o contrário se a alma é abandonada a si mesma
e isto com tanta maior intensidade quanto a excessiva mobilidade da sua fantasia
a torna quase incapaz de fixar o pensamento num assunto determinado.
Sta. Teresa nota que não são poucos aqueles que sofrem destas contínuas divagações,
que «vão para aqui e para ali sempre com desassossego: é a sua mesma natureza ou Deus que o permite» (Cam. 19, 2).
Todos os que se encontram em semelhantes condições, são facilmente tentados a abandonar a oração mental,
pois se lhes tornou tão pesada que mantê-la é empresa quase impossível.
A Santa, porém, é de outro parecer e pensa com insistência que também estas almas podem aplicar-se a ela com fruto,
se bem que devam fazê-lo de um modo um pouco particular que consiste em servir-se da leitura.
«O livro — diz ela — ajuda muito a recolherem-se, é-lhes necessário; portanto, leiam embora seja pouco» (Vi. 4, 8).
Não se trata certamente de passar o tempo da oração mental em contínua leitura,
mas de se servir de um livro devoto do qual se tira, de tempos a tempos,
um bom pensamento que sirva para se recolher em Deus, para se pôr em contacto com Ele.
Sta. Teresa do Menino Jesus, que sofria habitualmente de aridez, serviu-se muito deste método.
«Nesta impotência — diz ela — a Sagrada Escritura e a Imitação (de Cristo) acodem em meu auxílio;
nelas encontro alimento sólido e absolutamente puro.
Acima de tudo é o Evangelho que me ocupa durante as minhas orações,
nele encontro tudo o que é necessário à minha pobre alminha.
Ali encontro constantemente novas luzes, sentidos ocultos e misteriosos!» (M.A. pg. 213).
2- Sta. Teresa de Jesus — que antes de ser elevada aos altos estados de contemplação,
conheceu durante muito tempo a aridez e o tormento dos pensamentos importunos durante a oração — confessa:
«Estive mais de catorze anos que não podia ter sequer meditação sem me servir do livro…
Com este começava a recolher os pensamentos perdidos e mergulhava na oração com prazer…
Muitas vezes lia pouco, outras muito, conforme a mercê que o Senhor me fazia» (Cam. 17, 3; Vl. 4, 9).
Acima de tudo é importante escolher um livro próprio para despertar a devoção,
como são de modo geral os escritos dos Santos.
Habitualmente será preferível um livro já lido,
cuja eficácia experimentámos e no qual talvez tenhamos assinalado as passagens que mais nos impressionaram
pois, com um livro novo, encontrar-nos-emos um pouco desorientados e até expostos à tentação de ler por curiosidade.
Também é necessário evitar a escolha de autores demasiado especulativos e recorrer antes aos mais práticos,
mais afectivos, pois não se trata de instruir-se ou de estudar, mas de fazer oração,
a qual consiste muito mais no exercício do amor do que no trabalho do espírito.
Ler-se-á só aquilo que for suficiente para pôr a alma em estado de se entreter com Deus.
Portanto, logo que o que tivermos lido — e pode ter sido só uma frase
suscite em nós bons pensamentos e santos afectos capazes de ocupar devotamente o nosso espírito,
é preciso suspender a leitura e voltarmo-nos directamente para o Senhor para meditar na Sua presença os pensamentos lidos,
para saborear em silêncio a devoção que nos despertou no coração, ou para Lhe dirigir os afectos que a leitura nos inspirou.
Mais ou menos como fazem os pássaros quando bebem: inclinando a cabeça para a água,
sorvem uma gota e depois, levantando o bico para o céu, engolem-na pouco a pouco; depois recomeçam.
Assim também nós: inclinamos a cabeça para o livro devoto para recolher alguma gota de devoção e, depois,
levantamo-la para Deus, deixando que o nosso espírito fique todo impregnado por ela.
Desta maneira não será difícil que a oração, iniciada com a leitura, termine num colóquio íntimo com Deus.
Rezemos:
…
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JESUS É MISERICORDIOSO
Irmãos, quanto precisamos de conhecer Jesus Misericordioso!
Não nos limitemos a ouvir com curiosidade esta reflexão.
Mergulhemo-nos em Jesus Misericordioso
Lemos na carta aos Hebreus, 2, 17
Jesus ” teve de assemelhar-se em tudo aos seus irmãos,
para se tornar um Sumo-sacerdote misericordioso”
Todos nós somos pecadores
e temos a maior necessidade dum coração amigo
que se compadeça das nossas misérias,
que compreenda a nossa fraqueza,
que nos ajude, nos encha de coragem e não se canse de nos perdoar.
É uma das grandes necessidades do homem.
Mas onde se encontra esse Coração?
O mundo está repleto de dureza e de egoísmos.
Os meus melhores amigos muitas vezes faltam
e, quando não faltam, nada compreendem da minha miséria.
É pois, para Vós que eu me volto, Jesus!
Só Vós, sois cheio de compaixão e de misericórdia.
Foi a compaixão pelos pobres pecadores.
Quando o homem, após a queda original, se revolvia nos abismos do pecado,
sem esperança de jamais sair de lá,
celebrou-se podemos dizer,
entre as Pessoas da Santíssima Trindade um augusto concelho:
Dever-se-ia abandonar à sua sorte a pobre humanidade,
votando-a sem recurso, com os anjos rebeldes, aos suplícios eternos?
Diante desta perspectiva terrível,
moveu-se de compaixão o Coração do Verbo de Deus
que se ofereceu ao Pai, dizendo:
“Eis-me aqui , enviai-me à terra.”
Eu repararei a falta de Adão com a minha morte
restituirei a todos os homens a possibilidade de reconquistarem o Céu.
E o Verbo Divino incarnou.
Apareceu entre nós na forma duma graciosa criança,
sujeitou-se à fraqueza e às necessidades de cada fase da existência,
depois entrou na vida pública e revelou a todos o mistério da redenção.
Eis a historia inteira da humanidade regenerada:
Teve o começo, o meio e o fim na compaixão
do Coração de Deus pelas nossas desgraças.
Esta bondade misericordiosa manifesta-se a cada instante na curta vida de Jesus.
Ele não podia ver um infeliz sem dele se compadecer.
” Vinde a Mim todos vós que sofreis e estais sobrecarregados, e Eu vos aliviarei.
Se alguém tem sede, venha a mim a beba…”
São d’Ele estas palavras cheias de infinita misericórdia.
Enternece-o a miséria da multidão que era como um rebanho sem pastor.
Não lhe resiste.
É Ele que se faz encontrar pela Samaritana
para a levar docemente a reconhecer as suas faltas.
É Ele que se dirige à piscina miraculosa
para lá curar um pobre que era paralítico havia trinta anos.
Encontra de propósito junto à cidade de Naím
o cortejo fúnebre que acompanha ao túmulo o filho duma viúva.
Chora sobre os males que afligem a ingrata Jerusalém.
Enfim, desfaz-se em pranto ao ver a tristeza de Marta, e de Maria,
irmãs de Lázaro, que tinha falecido há quatro dias.
Jesus é bom. E tão bom que estava pronto a perdoar ao traidor Judas;
tão bom, que quereria até morrer pelos condenados,
se eles fossem ainda capazes de redenção.
Foi Ele mesmo que o revelou a uma Santa.
É tão cheio de compaixão, que de boa vontade,
sofreria todos os suplícios da sua Paixão e Morte
tantas vezes quantos são os pecadores da terra,
se soubesse que por este meio poderia abrandar a dureza do seu coração.
Alma cristã, se na terra fosses tu a única pecadora, por ti somente,
Jesus quereria ter incarnado e morrido,
a-fim-de poupar-te ao inferno e possuir o teu coração.
E como é que tantas vezes tens tido medo de Deus?
Após o pecado, o teu coração aperta-se, dobra-se sobre si mesmo e fecha-se.
Debalde então bate Jesus à tua porta,
convidando-te a abri-la e a pedir-lhe perdão,
mas tu escondes-te como Adão no paraíso terrestre.
A falta de confiança na Misericórdia de Deus, que vem depois do pecado,
é um dos maiores obstáculos à perfeição.
Essa falta provém dum secreto apoio em si mesmo.
E o despeito oculto por se ver tão miserável.
Não é maravilha alguma ter confiança em Jesus,
quando a alma O não ofende e possui a consciência de estar na sua graça.
Mas esperar nele depois de ter pecado, depois de, pela milésima vez,
ter caído na mesma falta, não obstante a firme resolução de se corrigir,
eis o que arrebata o Coração de Jesus, eis o que dá honra à sua inesgotável misericórdia.
É esta a confiança que Ele deseja ardentemente. Jesus não muda.
“Sobretudo, minha Benigna (Irmã Benigna Consolata de 1885 morreu em 1915),
o que mais te quero recomendar é que a alma não deve jamais ter medo de Deus,
porque Ele é todo misericordioso:
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Music from the Spirited Away Soundtrack –
Itsumo Nando Demo
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SERÁ DURO O PENSAMENTO DA MORTE?
De Maria Valtorta: Vol.6
Jesus, o verdadeiro Mestre, tomava sempre todas as oportunidades para evangelizar o povo.
Oiçamos a escritora mística Maria Valtorta que nos conta uma visão que teve da vida de Jesus:
«Jesus, para começar a falar, toma como assunto a passagem por ali de um cortejo de pessoas
que estão chorando e vão atrás de uma liteira, na qual é transportado um homem que ficou doente em Jerusalém,
e que, tendo sido desenganado pelos médicos, é levado à pressa para a sua casa, a fim de lá morrer.
Jesus, pois, serve-se de tudo isso para começar a falar:
” A paz esteja com todos vós!
Certamente o ter que morrer desagrada aos ricos e aos jovens,
quando eles querem ser ricos, mas somente em dinheiro e em anos.
Aqueles, porém, que são ricos em virtude e jovens pela pureza de costumes, a eles isso não lhes causa tristeza.
O verdadeiro sábio, desde a idade da razão em diante, se regula de tal modo,
que possa tornar para si uma coisa tranquila o morrer.
A vida é uma preparação para a morte, assim como a morte é uma preparação para a vida maior.
O verdadeiro sábio, desde que chega a compreender a verdade do que é o viver e do que é o morrer,
e do que é o morrer para depois ressurgir, preocupa-se, de todos os modos, com despojar-se de tudo o que é inútil,
e enriquecer-se de tudo o que é útil, isto é das virtudes e dos actos bons,
para poder ter uma provisão de bens, diante daquele que o chama a Si,
para julgá-lo, para premiá-lo ou para o castigar com uma justiça perfeita.
O verdadeiro sábio, leva uma vida que o torna adulto, mais do que envelheceu na sabedoria e mais do que um jovem,
um adolescente, porque, vivendo ele com virtude e justiça,
conserva ele em seu coração um frescor de sentimentos que algumas vezes nem mesmo os jovenzinhos têm.
Nesses casos, é suave morrer! :
reclinar a cabeça cansada no seio do Pai, recolher-se em Seu abraço,
dizer, por entre as névoas da vida, que está terminando:
«Eu Te amo, espero em Ti, em Ti eu creio»,
dizendo isto pela última vez na terra, a fim de poder dizê-lo depois, num jubiloso
«Eu Te amo» por toda a eternidade, por entre os fulgores do Paraíso.
Será duro o pensamento da morte? NÃO !
É um justo decreto para todos os mortais,
não é opressivo e cheio de aflição, a não ser para aqueles que não crêem, e estão carregados de culpas.
Perde o seu tempo o homem que, para explicar as aflições perturbadoras de alguém que está a morrer,
e que, em sua vida, não foi bom, e explica-o assim:
«É porque ele não queria morrer já, porque não chegou a realizar alguma coisa boa ,
ou fez pouco bem, e quereria viver mais, para reparar a sua falta». É em vão que ele diz:
«Se ele tivesse vivido mais tempo, teria podido ter um prémio maior, pois teria realizado mais coisas».
Um nada de tempo em comparação da eternidade. E a alma estimula o eu todo para agir.
Mas, pobre alma! Como muitas vezes ela é dominada e pisada , amordaçada para não ouvir as suas palavras.
Isto acontece com aqueles a quem falta a boa vontade.
Enquanto que, nos homens justos, desde a sua meninice, houve uma auscultação da alma,
uma obediência aos seus conselhos, houve uma operosidade contínua.
E o jovem pelos anos, mas ricos de merecimentos, morre como um santo, às vezes na aurora da vida.
E nem com mais cem ou mil anos que fossem dados a ele ,
poderia ele ser mais santo do que já é, porque o amor a Deus e ao próximo,
praticado de todas as formas, e com toda a generosidade, já o tornam perfeito.
No céu não se olha para quantos anos alguém viveu, mas como foi que eles foram vividos.
Costuma-se pôr luto, por causa dos cadáveres.
Chora-se sobre eles. Mas o cadáver não chora.
Teme-se por se ter que morrer.
Mas ninguém pensa em viver de tal modo, que não seja preciso tremer na hora da morte.
E, porque é que não se chora e não se põe luto pelos cadáveres vivos, que são os verdadeiros cadáveres,
os que levam em si uma vida morta, como se já estivessem no sepulcro?
E, por que é que aqueles que choram, pensando que hão-de morrer em sua carne,
não choram sobre o cadáver que eles têm dentro de si mesmos?
Quantos cadáveres Eu vejo, que riem e contam piadas e não choram sobre si mesmos!
…
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Színes, magyarul beszélő, amerikai romantikus vígjáték, 108 perc, 1961
Rendező: Robert Mulligan
Zeneszerző:Hans J. Salter
Operatőr:William H. Daniels
Vágó:Russell F. Schoengarth
Díszlettervező:John P. Austin
Jelmeztervező:Morton Haack
Producer:Robert Arthur, Raoul Walsh
Szereplők:
Rock Hudson(Robert Talbot)
Gina Lollobrigida (Lisa Fellini)
Sandra Dee (Sandy Stevens)
Bobby Darin (Tony)
Walter Slezak (Maurice Clavell)
A sikeres New York-i üzletember minden szeptemberben ellátogat az olaszországi villájába, hogy kipihenje fáradalmait, és hogy együtt lehessen a római barátnőjével. Egyszer azonban nagy meglepetés éri, miután bejelentés nélkül megjelenik a házban egy júliusi napon! A távollétében a luxusnyaralójából szálloda lett. Sőt, mi több, a vendégek között egy csapat fiatal amerikai nő van, akik után kitartó férfiak hada kajtat. Hudson kétségbeesetten próbálja újra ellenőrzése alá vonni a dolgokat, melynek során sikerül elveszítenie a nyugalmát, a barátnőjét, sőt az eszét is – egészen addig, amíg elő nem áll saját tervével.
http://classicmoviehundub.blogspot.com/
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